Plano de Ação

Acordo de Partilha de Bens — Bruno Alessandro

Débora Fernandes Advogados
Dra. Débora Fernandes
  • + de 8 anos de experiência no Direito de Família
  • Atuação nas principais instituições do sistema de justiça: Tribunal de Justiça, Ministério Público e Advocacia Pública e Privada
  • Atuação em diversos estados brasileiros — atendimento 100% online
  • Especialização em Processo Civil e Direito de Família
  • 97% dos clientes são homens — especialidade na defesa masculina em divórcios disputados
  • Avaliação 5 estrelas no Google — referência em partilha de bens e alimentos

Defesa do Homem no Divórcio

Especialistas na defesa de homens em processos de divórcio disputado. Sabemos como a outra parte age — e sabemos como responder estrategicamente.

Atendimento 100% Online

Você está em Rio das Ostras, nós estamos em Colatina-ES. Não importa: o judiciário é digital. Audiências online, assinaturas eletrônicas, processo conduzido do início ao fim sem você precisar se deslocar.

Estratégia, Não Reatividade

Não esperamos a outra parte agir para depois correr atrás. Mapeamos o patrimônio, antecipamos os movimentos e negociamos com argumentos que ela e a advogada dela não esperam.

O que estão dizendo

Avaliação 5 estrelas no Google

Débora Fernandes Advocacia — Advogada da Família em Colatina-ES. 54+ avaliações cinco estrelas.

★★★★★

"Gostaria de expressar minha mais profunda admiração e gratidão pelo trabalho excepcional da Dra. Débora Fernandes. Ela tem uma capacidade única de ouvir, compreender e, acima de tudo, direcionar com sabedoria..."

Hugo — Divórcio litigioso com guarda paterna conquistada

★★★★★

"A doutora Débora foi provisão divina. Tentei diversas vezes um acordo até descobrir que já existia um processo litigioso. Ela montou a estratégia, fomos para a audiência de conciliação e conseguimos um excelente acordo — guarda, pensão e patrimônio."

Gianni — Acordo na audiência de conciliação após litígio

★★★★★

"Pensa numa pessoa extremamente inteligente, competente, estratégica e profissional — ela é justa, empática, humana e extremamente atenciosa do início ao fim..."

Deivison Marinho — Divórcio com partilha de bens

Diagnóstico

Cenário atual

O que está acontecendo com você

  • Você está morando no seu próprio terreno (400m² perto do mar em Rio das Ostras) e quer garantir que ele fique com você no acordo — é o único bem que realmente importa para você.
  • Ela retém seus documentos — escrituras, diploma, certidão de nascimento — e alega que você não tem residência fixa, sabendo exatamente onde você mora.
  • O canal de negociação está esgotado. Você fala com ela, a conversa descamba para brigas sobre relacionamentos. O seu advogado não estabeleceu contato com a advogada dela desde que ela foi identificada.
  • A outra parte tem muito mais a perder num litigioso do que aparenta. Existe um forte argumento que ainda não foi colocado sobre a mesa — e que muda completamente o peso da negociação.

Bruno, você quer o consensual — mas a estratégia para consegui-lo ainda não foi usada.
Falar diretamente com ela não funciona porque a emoção domina. Falar com a advogada dela, com os argumentos certos, é diferente. A advogada pensa racionalmente — e quando entender o risco de um litigioso para a cliente dela, a conversa muda.

O seu advogado atual sabe conduzir o processo — mas não tem o canal de negociação.
Você mesmo reconheceu: ele é bom na parte processual, mas a parte de negociação está enterrada. Para evitar que o juiz decida por você, você precisa de alguém que negocie estrategicamente.

Levantamento Patrimonial

O que está em jogo

Patrimônio levantado na sua situação — sujeito à partilha pela união estável (comunhão parcial de bens).

Bem Valor Estimado Situação
Casa (onde ela mora — 96m²) R$ 450.000,00 Quitada
Terreno / Espaço de lazer (onde você mora — 400m², piscina, perto do mar) R$ 600.000,00 Faltam ~R$ 120k
Veículo da ex (Raval/SUV) R$ 230.000,00 Em uso dela — financiado
Veículo seu (Civic) R$ 117.000,00 Em uso seu
Bicicletas (5 unidades, ~R$ 50k cada) R$ 250.000,00 A dividir
TOTAL (patrimônio levantado) R$ 1.647.000,00

Seu direito legal (50/50)

R$ 823.500

Pela comunhão parcial de bens — considerando os bens já identificados.

O que você perderia sem defesa estratégica

R$ 250.000

Ficaria só com o Civic + parte das bicicletas e perderia o espaço onde mora — exatamente o que ela quer.

O custo real da inação

O prejuízo de não agir agora

A partilha não foi feita ainda — mas ela e a advogada dela já têm estratégia. Cada dia sem ação é um dia a mais que elas constroem a narrativa e avançam sem resistência.

Situação Honorários O que está em jogo
Sem representação estratégica R$ 0,00 Negociação conduzida pela outra parte, sem alavancas, sem estratégia
Com DF Advogados — Acordo Estratégico de Partilha de Bens R$ 20.000,00 Estratégia montada, fortes argumentos preparados, negociação conduzida por especialistas
Bruno, você quer o acordo — e ele é possível. Mas acordo não se faz conversando com ela pelo WhatsApp. Faz-se chegando à mesa com a estratégia certa, os argumentos que a advogada dela não espera e uma proposta que ela não pode recusar sem se prejudicar mais do que você.

* Honorário fixo de R$ 20.000 pelo acordo de partilha de bens — sem percentual de êxito. Valores baseados no patrimônio declarado levantado até o momento.

Além dos bens declarados

O forte argumento que ninguém usou ainda

Existe um patrimônio oculto que ela prefere que ninguém levante — e que pode ser o fator decisivo para forçar um acordo favorável a você.

  • Conta Bradesco Prime (padrão ouro): ela declara R$ 38.000/ano como MEI, mas tem conta Bradesco Prime e padrão de vida completamente incompatível. Em processo litigioso, a quebra de sigilo bancário expõe tudo isso — e o dinheiro acumulado entra na partilha.
  • Faturamento real do salão de beleza: ela trabalha com estética em sala própria, tem Instagram ativo mostrando serviços e clientes — mas não declara a renda real. Tudo isso é prova documental que o litigioso coloca sobre a mesa.
  • Ocultação de bem — multa judicial: se ela tentar esconder patrimônio no processo, o juiz aplica multa e esse valor soma à partilha. A advogada dela sabe disso. Quando colocamos esse risco sobre a mesa, o cálculo muda para a cliente dela.

Risco Imediato — 16 de Maio

Ela ameaçou entrar no espaço onde você mora no dia 16/maio para realizar um evento. Juridicamente, ela tem argumento — enquanto não houver separação formal do uso dos imóveis. Isso precisa ser resolvido antes dessa data.

Ação de Exibição de Documentos

Ela está retendo as escrituras dos imóveis e seus documentos pessoais. Existe ação específica para obrigar a entrega — isso precisa entrar no processo.

Contestação da Retroatividade — alavanca de negociação

A retroatividade da união foi declarada por conveniência do plano de saúde, não por convivência real. Existe tese para questionar a inclusão da casa de 2009 na partilha — o que muda o peso da negociação para a outra parte.

Análise jurídica — transparência total

A tese da retroatividade: fundamento sólido, uso estratégico

Existe jurisprudência do STJ que sustenta a discussão sobre a data real de início da união estável — mas queremos ser honestos sobre como isso funciona na prática.

Pilar 1 — STJ pacífico

Imóvel adquirido antes da união real não entra na partilha

O STJ é consolidado: se a casa foi comprada antes do início efetivo da convivência, ela não compõe a meação. A data que importa é a data em que a relação de fato começou — não a data declarada num documento.

Pilar 2 — STJ firme

Retroatividade declarada em escritura não altera o regime de bens

Escritura ou registro de união estável não produz efeitos retroativos para fins patrimoniais. A data real de início é a da convivência more uxorio — não a data conveniente declarada para fins administrativos, como inclusão em plano de saúde.

A tese no seu caso

A retroatividade para jan/2009 foi declarada exclusivamente para viabilizar a inclusão da companheira no plano de saúde corporativo — não havia convivência nem affectio maritalis em out/2009, quando a casa foi comprada. Se a data real de início for reconhecida como posterior à compra, o imóvel sai da partilha.

O desafio — sendo transparentes

A retroatividade foi requerida por você — o que a outra parte pode usar como argumento contrário. Por isso, essa tese funciona melhor como alavanca de negociação do que como tese principal num litigioso. O objetivo é colocá-la sobre a mesa para que a advogada adversária entenda que, se o processo for a julgamento, a discussão se amplia significativamente — e o resultado fica imprevisível para os dois lados. Esse risco, para ela, pode ser suficiente para aceitar um acordo razoável.

Análise estratégica

Nossa estratégia para o seu caso

01

Levantamento e Mapeamento Patrimonial

Levantamos todos os bens sujeitos à partilha — imóveis, veículos, bicicletas — e avaliamos o que pode ser questionado (como a retroatividade da união estável sobre a casa de 2009). Mapeamos o patrimônio oculto dela como alavanca principal de negociação.

02

Montagem da Proposta de Acordo

Elaboramos a proposta com margem de negociação — você nos diz o que quer de fato ficar (o espaço/terreno) e a gente monta uma oferta X que, se necessário, recua para Y sem comprometer o que importa para você. Acordo é venda: você precisa de margem para negociar.

03

Negociação com a Advogada Dela

Contato formal com a advogada dela — não com ela. Apresentamos a proposta com os argumentos certos: o risco do litigioso para a cliente dela, a exposição da renda não declarada e do patrimônio oculto. A advogada pensa racionalmente — e vai recalcular o que vale insistir.

04

Formalização do Acordo

Chegando ao consenso, redigimos o acordo de forma que cada cláusula proteja você — sem brechas, sem linguagem que possa ser interpretada contra você no futuro. O acordo vai para homologação judicial e você sai com o que importa em mãos.

Urgência

Os riscos de continuar sem estratégia na partilha

Risco Patrimonial — O Espaço que Você Quer Manter

Sem proteção jurídica do uso do espaço, ela pode entrar, realizar eventos e criar movimentação financeira que ela mesma alegará como "renda" — fortalecendo o argumento de que o local é necessário para o sustento dela e dificultando que você fique com ele no acordo.

Risco de Dilapidação de Bens

Sem um arrolamento de bens, ela pode vender, transferir ou ocultar patrimônio antes que o acordo seja formalizado. O que era seu por direito some — e é muito difícil de recuperar depois.

Risco de Perder o Forte Argumento

O patrimônio oculto dela — conta Bradesco Prime, renda não declarada — é hoje sua principal alavanca de negociação. Mas esse trunfo só funciona se for levantado antes do acordo, com a estratégia certa. Sem isso, você negocia no escuro.

Risco de Acordo Mal Redigido

Acordos com cláusulas ambíguas ou mal escritas voltam para assombrar anos depois. Você viu isso acontecer com outros: assinou sem entender e pagou o preço por anos. Cada palavra no acordo precisa proteger você explicitamente.

Atenção

Os riscos de negociar a partilha sem especialista

Negociação sem alavancas

Falar diretamente com ela não funciona — a emoção domina. Falar com a advogada dela sem os argumentos certos também não. Você precisa de alavancas reais: o patrimônio oculto dela, a renda não declarada, o risco do litigioso para a cliente.

📉

Acordo leonino disfarçado

Acordos mal redigidos parecem justos na assinatura e voltam a cobrar anos depois. A advogada dela vai redigir para proteger ela — você precisa de alguém que redija para proteger você.

⚠️

Aceitar menos do que tem direito

Sem estratégia, a pressão leva você a aceitar R$ 250 mil de um patrimônio de quase R$ 1 milhão. A diferença entre ceder por medo e negociar com método é o que define o resultado final.

🔄

Você reage — ela dita o ritmo

Enquanto você responde aos movimentos dela, ela controla o processo. Com a DF Advogados, você passa a fazer os primeiros movimentos — e ela reage a você.

Nossa metodologia exclusiva
C.L.A.R.O
C — Cenário Atual
L — Levantamento Patrimonial e Jurídico
A — Ação Imediata
R — Redução de Riscos
O — Orientação e Execução Jurídica

Cada caso é conduzido com metodologia estruturada e comprovada — sem improviso, sem reatividade. Do primeiro contato à sentença, você sabe exatamente o que está acontecendo e por quê.

Exemplos de Casos

Litigioso com acordo na audiência de conciliação

Cliente encontrou a Dra. Débora já com processo litigioso em andamento. Estratégia montada antes da audiência. Resultado: excelente acordo em guarda, pensão e patrimônio — sem precisar de sentença.

"Tentei diversas vezes um acordo com ela e a advogada. Doutora Débora e doutora Tainá conseguiram desarmar todas as estratégias e fizemos um excelente acordo — guarda, pensão e patrimônio."

— Gianni

Divórcio litigioso com guarda paterna conquistada

"Você foi ótima Débora, se não fosse você eu não conseguiria ter acesso ao meu filho." — Hugo ★★★★★

Divórcio consensual com partilha de bens e com filhos

37 dias corridos até a homologação do divórcio.

Partilha de bens — direitos garantidos via acordo justo

"Meus direitos foram garantidos através de um acordo justo." — Adriana Botassi ★★★★★

Jurisprudência

O que os tribunais dizem sobre patrimônio em disputa

Decisões reais que mostram por que atuação rápida e estratégica é o único caminho para preservar o que é seu por direito.

01

TJ-MG — Agravo de Instrumento nº 3821410-56.2024.8.13.0000 · Out/2024

Ter o direito não é suficiente — o patrimônio precisa existir para ser recebido

O Tribunal reconheceu expressamente o "risco de dilapidação patrimonial" e determinou bloqueio urgente de bens antes da partilha. O próprio acórdão destacou: sem essas medidas, o processo perde o resultado útil. Você pode ganhar na sentença e não ter nada a receber.

02

TJ-SE — Agravo de Instrumento nº 0000918-02.2021.8.25.0000 · Abr/2021

Bem vendido a terceiro vira outra ação — mais tempo, mais custo, mais risco

Quando um bem é alienado para terceiros durante o processo, o Tribunal é claro: não se resolve dentro da ação de partilha. É necessário ajuizar uma nova ação específica para anular o negócio. O que era um processo vira dois — ou mais. Medidas preventivas no início evitam esse pesadelo.

03

TJ-MG — Apelação Cível nº 1.0223.11.007389-5/002 · Mai/2018

Esvaziamento patrimonial simulado — o Tribunal anulou, mas o custo foi alto

O Tribunal anulou negócios simulados realizados para esvaziar o patrimônio antes da partilha. A fraude foi identificada — mas apenas com investigação patrimonial, análise técnica e atuação especializada. Sem isso, teria passado em branco.

Conclusão da jurisprudência: o maior risco num divórcio com disputa de meação não é o custo do processo — é chegar ao final sem patrimônio a partilhar. A atuação preventiva desde o início é o que garante que o direito reconhecido pelo Tribunal possa, de fato, ser exercido.

Honorários
Valor fixo — sem percentual de êxito
R$ 20.000
Pagamento na contratação — cartão em até 12x ou PIX

Cobre o trabalho completo de acordo de partilha de bens: levantamento patrimonial, estratégia de negociação, contato com a advogada dela, montagem da proposta de acordo, condução da tratativa e formalização do consenso.

O que você protege
Seu direito legal na partilha
R$ 823.500
Patrimônio que a lei garante — 50% da união estável

Seu direito legal pela comunhão parcial de bens é de R$ 823.500. A nossa atuação garante que você chegue à mesa de negociação com estratégia — e não apenas com boa vontade.

Seu direito legal pela comunhão parcial de bens é de R$ 823.500 — mais de 800 mil em patrimônio que a lei já garante a você.

Próximo passo

Bruno, você construiu um patrimônio real
ao longo de 18 anos — e merece defendê-lo com a estratégia certa.

Você quer o consensual — e acredito que é possível chegar lá. Mas para conseguir um acordo justo na partilha, você precisa chegar à mesa com argumentos que a outra parte não espera. O patrimônio oculto dela, a renda real não declarada — tudo isso precisa estar preparado antes do primeiro contato com a advogada dela.

Você construiu esse patrimônio ao longo de 18 anos de trabalho. O espaço que você quer manter — aquele terreno de 400m² perto do mar, onde você está hoje — é o que importa para você. A nossa missão é garantir que você saia do acordo com ele nas mãos.

A próxima etapa é a reunião de onboarding com a Dra. Débora — onde a gente aprofunda o caso, levanta os documentos necessários e monta a proposta de acordo formal para apresentar à advogada dela.